{"id":859,"date":"2021-01-14T09:00:00","date_gmt":"2021-01-14T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/?p=859"},"modified":"2021-01-14T10:04:18","modified_gmt":"2021-01-14T13:04:18","slug":"doencas-do-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/fitossanitario\/manejo-de-doencas\/doencas-do-milho\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7as do milho: identifica\u00e7\u00e3o e controle"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Doen\u00e7as do milho: veja as principais doen\u00e7as da primeira e segunda safra, como identific\u00e1-las na \u00e1rea e quais os manejos mais indicados.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O milho \u00e9 uma cultura agr\u00edcola que cada vez mais ganha import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social no agroneg\u00f3cio brasileiro.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O cereal tem diversos usos: alimento humano direto (como milho-verde, fub\u00e1 e canjica), alimenta\u00e7\u00e3o animal (como ra\u00e7\u00e3o ou silagem) e mais recentemente \u00e9 empregado como biocombust\u00edvel em usinas de etanol. Ou seja, \u00e9 um dos produtos mais vers\u00e1teis da agricultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos 10 anos a cultura do milho passou por diversas mudan\u00e7as, especialmente o maior cultivo na safrinha, sobretudo ap\u00f3s a soja, al\u00e9m do sistema de plantio, como o plantio direto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio teve forte impacto no complexo de doen\u00e7as que atacam o milho. Aqui reunimos as principais doen\u00e7as atualmente da cultura e como fazer seu manejo considerando esse novo cen\u00e1rio. Confira!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Fatores que favorecem as doen\u00e7as do milho<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Safra versus Safrinha<\/strong>&nbsp;&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>As doen\u00e7as s\u00e3o dependentes do ambiente (como temperatura, umidade, etc.), hospedeiro (h\u00edbrido de milho) e pat\u00f3geno. Com a transi\u00e7\u00e3o da \u00e9poca de cultivo do ver\u00e3o para a safrinha o complexo de doen\u00e7as predominantes no milho tamb\u00e9m vem mudando ao longo do tempo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"346\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-860\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image.png 567w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image-300x183.png 300w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><figcaption><em>Fonte: Conab, 2020<\/em>&nbsp;<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-861\" width=\"277\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image-1.png 553w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image-1-300x228.png 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/image-1-80x60.png 80w\" sizes=\"(max-width: 277px) 100vw, 277px\" \/><figcaption>Fonte: Embrapa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A safrinha de modo geral \u00e9 caracterizada por ser um ambiente mais estressante para a cultura do milho, devido as altas temperaturas e redu\u00e7\u00e3o de chuvas ao longo do ciclo. Isso pode favorecer pat\u00f3genos mais adaptados \u00e0 essas condi\u00e7\u00f5es.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, geralmente na safrinha doen\u00e7as como Cercosporiose, Ferrugem Polissora e podrid\u00e3o de Macrofomina <strong>podem ter relativa vantagem<\/strong> devido ao clima. Enquanto no cultivo de ver\u00e3o,&nbsp; Helmintosporiose, Gibberella e Ferrugem Comum podem ser favorecidas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 doen\u00e7as que conseguem se estabelecer tanto em safra como em safrinha, como a <a href=\"https:\/\/blog.sementesbiomatrix.com.br\/manejo-de-doencas\/mancha-branca-no-milho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>mancha-branca<\/strong><\/a>.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Antecipa\u00e7\u00e3o da semeadura do milho<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Outro fator que vem alterando a din\u00e2mica das doen\u00e7as do milho \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o do ciclo da soja, o que proporciona antecipa\u00e7\u00e3o da colheita desse gr\u00e3o, e, por consequ\u00eancia, adiantamento da semeadura do milho para o in\u00edcio de Janeiro no Mato Grosso.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mudan\u00e7a no sistema vem trazendo uma maior incid\u00eancia de gr\u00e3os ardidos (gr\u00e3os contaminados com fungos) em decorr\u00eancia principalmente do fungo de Diplodia (<em>Stenocarpella<\/em> spp.), j\u00e1 que durante a fase reprodutiva e de colheita ainda h\u00e1 incid\u00eancia significativa de chuvas, umidade e alta temperatura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Maior popula\u00e7\u00e3o de plantas de milho<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma tend\u00eancia de incremento da popula\u00e7\u00e3o de milho tanto na \u00e9poca de safrinha como na safra ver\u00e3o. Isso se deve a sele\u00e7\u00e3o de plantas com porte de espiga mais baixo, arquitetura foliar ereta e resposta de produtividade em altas popula\u00e7\u00f5es.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo o adensamento de plantas tamb\u00e9m promove um microclima mais \u00famido e favor\u00e1vel \u00e0s doen\u00e7as do milho. Tendo isso em vista, \u00e9 fundamental a sele\u00e7\u00e3o de cultivares mais adaptados ao sistema. H\u00edbridos de milho como BM880, BM270 s\u00e3o boas op\u00e7\u00f5es para alta produtividade e toler\u00e2ncia as doen\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente a tecnologia dos fungicidas vem sendo amplamente utilizada em milho, permitindo o uso de h\u00edbridos com alto potencial produtivo, mas com resist\u00eancia moderada \u00e0s doen\u00e7as.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente as aplica\u00e7\u00f5es s\u00e3o efetuadas nos est\u00e1dios V8 (8 folhas abertas) e Vt ( pr\u00e9-pendoamento) o que permite uma boa prote\u00e7\u00e3o de todas as partes da planta, sobretudo as folhas da regi\u00e3o da espiga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uso de transg\u00eanicos e as doen\u00e7as do milho<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>O uso de transg\u00eanicos nos anos 2000 propiciou maior facilidade no controle de pragas e plantas daninhas na lavoura, com isso essa tecnologia foi amplamente adotada pelos agricultores chegando 90% da \u00e1rea cultivada.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos efeitos iniciais dessa ado\u00e7\u00e3o foi a redu\u00e7\u00e3o do uso de inseticidas qu\u00edmicos para o controle de pragas, principalmente lagarta do cartucho.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, outras pragas consideradas secund\u00e1rias e que eram controladas pelo uso dos inseticidas, foram favorecidas. Esse \u00e9 o caso da cigarrinha do milho (<em>Dalbulus maidis<\/em>) que transmite os enfezamentos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator importante foi a sobreviv\u00eancia das cigarrinhas no milho volunt\u00e1rio RR (tiguera) na soja RR. Esse cen\u00e1rio favoreceu o grande aumento dos <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/blog.sementesbiomatrix.com.br\/manejo-de-doencas\/enfezamento-do-milho\/\" target=\"_blank\"><strong>enfezamentos do milho<\/strong><\/a> em 2016 e que vem se espalhando no Brasil ao longo dos anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais as principais doen\u00e7as do milho ver\u00e3o (1\u00aa Safra)?<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Podemos citar rapidamente que s\u00e3o a Helmintosporiose (mancha de Turcicum) e a Ferrugem Comum. Veja detalhes dessas doen\u00e7as a seguir.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Helmintosporiose, Ht ou mancha de Turcicum<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A mancha foliar causada pelo fungo <em>Exserohilum turcicum<\/em>, a doen\u00e7as pode ser conhecida como \u201cHT\u201d, mancha de turcicum ou Helmintosporiose. Ela \u00e9 umas mais conhecidas e importantes da cultura do milho no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela \u00e1 favorecida em ambientes alta umidade relativa do ar e temperaturas amenas, entre 18\u00b0C e 27\u00b0C, com \u00f3tima em 20\u00b0C.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A presen\u00e7a de orvalho por mais de 5 horas tamb\u00e9m \u00e9 um fator essencial para a multiplica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Em regi\u00f5es com temperaturas noturnas moderadas e per\u00edodos nublados, as les\u00f5es podem ter desenvolvimento acentuado pela baixa luminosidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas nas folhas s\u00e3o formados por les\u00f5es grandes e el\u00edpticas, que v\u00e3o de 5 cm a mais de 20 cm, podendo ser de colora\u00e7\u00e3o palha com bordas bem definidas, e les\u00f5es clor\u00f3ticas com bordas amareladas. Veja abaixo as imagens desses sintomas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" width=\"437\" height=\"223\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Helmintosporiose.png\" alt=\"\" data-id=\"862\" data-full-url=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Helmintosporiose.png\" data-link=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/?attachment_id=862\" class=\"wp-image-862\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Helmintosporiose.png 437w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Helmintosporiose-300x153.png 300w\" sizes=\"(max-width: 437px) 100vw, 437px\" \/><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" width=\"244\" height=\"325\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Turcicum.jpg\" alt=\"\" data-id=\"863\" data-full-url=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Turcicum.jpg\" data-link=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/?attachment_id=863\" class=\"wp-image-863\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Turcicum.jpg 244w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Turcicum-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 244px) 100vw, 244px\" \/><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Importante ressaltar que a gravidade dessas les\u00f5es vai depender do grau de resist\u00eancia do h\u00edbrido e das condi\u00e7\u00f5es ambientais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa doen\u00e7a pode ser disseminada pela a\u00e7\u00e3o dos ventos e chuva, sendo que o fungo sobrevive na palhada do milho, favorecendo a alta severidade em cultivos sem rota\u00e7\u00e3o de cultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manejo da mancha de Helmintosporiose<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Usualmente o controle dessa doen\u00e7a \u00e9 feito integrando o manejo qu\u00edmico e a resist\u00eancia gen\u00e9tica.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma grande variabilidade no grau de resist\u00eancia nos h\u00edbridos dispon\u00edveis no mercado. No caso de h\u00edbridos com uma suscetibilidade m\u00e9dia para alta \u00e9 recomendada a aplica\u00e7\u00e3o de fungicidas de forma preventiva, principalmente misturas de triazol com estrobilurina, que tem um bom efeito no controle dessa doen\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ferrugem Comum<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a da Ferrugem Comum \u00e9 causada pelo fungo <em>Puccinia sorghi<\/em>, sendo que a doen\u00e7a tem distribui\u00e7\u00e3o em todo Centro-Sul do Brasil, mas com maior severidade nos estados da regi\u00e3o Sul.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil Central, em \u00e1reas de chapada com altitudes superiores a 900m, a doen\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 beneficiada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Seu desenvolvimento \u00e9 favorecido por temperaturas moderadas, em torno de 16 a 23\u00baC e umidade relativa alta.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As p\u00fastulas s\u00e3o formadas tanto na parte superior quanto inferior da folha do milho (em contraste a Ferrugem Polissora que esporula principalmente na parte superior) e apresentam formato alongado, com colora\u00e7\u00e3o castanho avermelhada, conforme \u00e9 poss\u00edvel observar abaixo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"204\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ferrugem-comum.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-864\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ferrugem-comum.png 567w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/ferrugem-comum-300x108.png 300w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manejo da Ferrugem Comum<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O manejo dessa doen\u00e7a \u00e9 feito usualmente com cultivares resistentes e tamb\u00e9m associa\u00e7\u00e3o de fungicidas registrados para a cultura do milho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais as principais doen\u00e7as do milho na Safrinha (2\u00aa Safra)?<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Em geral, podemos citar a Podrid\u00e3o da Espiga por DIplodia e a Cercosporiose. Veja detalhes dessas doen\u00e7as a seguir.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Podrid\u00e3o de Espiga por Diplodia<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Dentre as podrid\u00f5es de espiga, uma das mais importantes para a regi\u00e3o tropical \u00e9 a podrid\u00e3o de Stenocarpella, tamb\u00e9m conhecida como Diplodia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa podrid\u00e3o \u00e9 causada pelo Fungo <em>Stenocarpella<\/em> spp., o qual sobrevive na palhada do milho e pode infectar desde as pl\u00e2ntulas, o colmo e a espiga do milho.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na espiga, a infec\u00e7\u00e3o come\u00e7a a partir da base, iniciando com o mic\u00e9lio branco envolta dos gr\u00e3os, sendo poss\u00edvel notar descolora\u00e7\u00e3o das br\u00e1cteas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"318\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/podridao.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-865\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/podridao.png 567w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/podridao-300x168.png 300w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Com a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a os sintomas podem causar a podrid\u00e3o de toda a base, podendo causar at\u00e9 a mumifica\u00e7\u00e3o total da espiga do milho.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os gr\u00e3os oriundos dessa espiga s\u00e3o conhecidos como <strong>gr\u00e3os ardidos<\/strong>, pois tem sua caracter\u00edstica de cor alterada, al\u00e9m de ficarem mais leves do que os gr\u00e3os sadios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa doen\u00e7a \u00e9 favorecida por danos de insetos na espiga e estresses (seca ou tempo nublado) no momento do florescimento e excesso de chuva no final do ciclo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manejo da Podrid\u00e3o da Espiga por Diplodia<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A Podrid\u00e3o por Diplodia \u00e9 uma doen\u00e7a de dif\u00edcil manejo. As principais medidas de controle s\u00e3o a rota\u00e7\u00e3o de culturas, o manejo racional de fertilidade (equil\u00edbrio K\/N), popula\u00e7\u00e3o, controle de pragas e sobretudo resist\u00eancia varietal, lembrando que para essa doen\u00e7a n\u00e3o foi observado resist\u00eancia completa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mancha de Cercospora, Cercosporiose<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A Cercosporiose do milho \u00e9 mundialmente importante, devido \u00e0 grande redu\u00e7\u00e3o de produtividade. Durante um longo per\u00edodo, foi considerada uma doen\u00e7a secund\u00e1ria, por sua ocorr\u00eancia espor\u00e1dica e baixa severidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio mudou no in\u00edcio do ano de 2000, quando foram relatadas epidemias em alguns campos de sementes em Rio Verde e Jata\u00ed (GO). Nas safras seguintes, a epidemia avan\u00e7ou para toda a regi\u00e3o Centro-Sul do Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros sintomas da Cercosporiose s\u00e3o constatados, frequentemente, na fase de flora\u00e7\u00e3o, principalmente nas folhas baixeiras, colonizando o limbo foliar e provocando extensas \u00e1reas necr\u00f3ticas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas da doen\u00e7a s\u00e3o caracterizados pela les\u00e3o retangular geralmente limitada pelas nervuras. Inicialmente as manchas podem ser clor\u00f3ticas evoluindo para um tom castanho e acinzentado ap\u00f3s esporula\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Les\u00f5es completamente desenvolvidas apresentam comprimento de 0,5 a 6,0 cm. Se as \u00e1reas adjacentes s\u00e3o infectadas, as les\u00f5es podem se juntar, dando a apar\u00eancia de uma \u00fanica les\u00e3o, como \u00e9 poss\u00edvel observar na figura abaixo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"566\" height=\"411\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Cercosporiose.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-866\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Cercosporiose.png 566w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Cercosporiose-300x218.png 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Cercosporiose-324x235.png 324w\" sizes=\"(max-width: 566px) 100vw, 566px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>As temperaturas \u00f3timas para o desenvolvimento da cercosporiose ocorrem entre 22 e 30\u00baC. Estudos indicam que longos per\u00edodos de umidade relativa do ar pr\u00f3xima a 100%, mas na aus\u00eancia de \u00e1gua livre sobre a folha, s\u00e3o importantes para o in\u00edcio da infec\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Restos culturais infestados compreendem a mais importante fonte de in\u00f3culo dentro de um campo. Os danos causados pela cercosporiose podem ser expressivos, ocasionando perdas de mais 70% devido a necrose foliar, deteriora\u00e7\u00e3o no colmo e acamamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Manejo da Cercosporiose<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Como a doen\u00e7a tem alto potencial de dano, o manejo preventivo \u00e9 imprescind\u00edvel para obten\u00e7\u00e3o de controle adequado e boas produtividades.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em \u00e1reas de hist\u00f3rico da doen\u00e7a, como Regi\u00e3o do Brasil Central e Sudoeste de Goi\u00e1s \u00e9 recomendado o uso de h\u00edbridos que tenham resist\u00eancia\/toler\u00e2ncia \u00e0 doen\u00e7a.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, em \u00e1reas com plantio de cultivares suscet\u00edveis ou sob condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para a ocorr\u00eancia da doen\u00e7a, o controle qu\u00edmico deve ser avaliado como uma op\u00e7\u00e3o para o manejo da doen\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A fase considerada cr\u00edtica para a cultura do milho, e que deve ser considerada quando se pretende proteger as plantas via aplica\u00e7\u00e3o de fungicidas, consiste entre <strong>V10 e a fase de gr\u00e3os leitosos (R3)<\/strong>, nesse per\u00edodo a planta de milho necessita do m\u00e1ximo de sua capacidade fotossint\u00e9tica, pois se inicia um intenso per\u00edodo de transloca\u00e7\u00e3o de fotoassimilados para as espigas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>O complexo de doen\u00e7as do milho mudou com a evolu\u00e7\u00e3o do seu cultivo e aqui vimos as principais doen\u00e7as que agora atingem a cultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui voc\u00ea p\u00f4de tamb\u00e9m verificar quais as condi\u00e7\u00f5es que favorecem essas doen\u00e7as e como identific\u00e1-las na sua \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Citamos tamb\u00e9m quais os tipos de manejos mais indicados para que voc\u00ea n\u00e3o tenha perdas em produtividade!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>*Colabora\u00e7\u00e3o de Jeferson Rodrigo Pestana, engenheiro agr\u00f4nomo, mestre em fitopatologia especialista em Prote\u00e7\u00e3o de Plantas&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>EMBRAPA. \u00c1rvore do conhecimento: doen\u00e7as do milho. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.agencia.cnptia.embrapa.br\/<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO &#8211; CONAB. S\u00e9rie hist\u00f3rica de safras: maio 2020. Bras\u00edlia: CONAB, 2020. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.conab.gov.br\/info-agro\/safras\/serie-historica-das-safras?start=20&gt;. Acesso em: 09 maio 2020.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como voc\u00ea faz o manejo das doen\u00e7as do milho na sua \u00e1rea? Ficou alguma d\u00favida ou tem sugest\u00f5es? Deixa seu coment\u00e1rio abaixo!<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"min-height: 30px;display: inline-block;\"><input id=\"859\" style=\"float: left;max-width: 50px;\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/wp-advanced-pdf\/asset\/images\/pdf.png\" alt=\"#TB_inline?height=230&amp;width=400&amp;inlineId=examplePopup1\" title=\"Export pdf to your Email\" class=\"thickbox export-pdf\" type=\"image\" value=\"Export to PDF\" \/><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7as do milho: veja as principais doen\u00e7as da primeira e segunda safra, como identific\u00e1-las na \u00e1rea e quais os manejos mais indicados.&nbsp; O milho \u00e9 uma cultura agr\u00edcola que cada vez mais ganha import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social no agroneg\u00f3cio brasileiro.&nbsp;&nbsp; O cereal tem diversos usos: alimento humano direto (como milho-verde, fub\u00e1 e canjica), alimenta\u00e7\u00e3o animal 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