{"id":2139,"date":"2026-03-26T10:00:03","date_gmt":"2026-03-26T13:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/?p=2139"},"modified":"2026-03-26T10:26:55","modified_gmt":"2026-03-26T13:26:55","slug":"herbicidas-estrategias-de-controle-de-plantas-daninhas-no-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/uncategorized\/herbicidas-estrategias-de-controle-de-plantas-daninhas-no-milho\/","title":{"rendered":"Herbicidas: Estrat\u00e9gias de controle de plantas daninhas no milho"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Controle de plantas daninhas: decis\u00f5es t\u00e9cnicas que contribuem para maior sanidade e desempenho no campo<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Os herbicidas s\u00e3o o principal m\u00e9todo de controle aplicado no manejo de plantas daninhas na cultura do milho. A prefer\u00eancia pelo controle qu\u00edmico se justifica pela capacidade de controle seletivo, f\u00e1cil aplica\u00e7\u00e3o, r\u00e1pida a\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia de controle em curto tempo, mesmo em grandes \u00e1reas, apresentando bom custo-benef\u00edcio (Paul et al. 2024).<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o uso cont\u00ednuo e em larga escala de herbicidas associado a algumas pr\u00e1ticas de manejo inadequadas tem favorecido a sele\u00e7\u00e3o de bi\u00f3tipos de plantas daninhas resistentes, problemas de inj\u00farias por deriva de herbicidas ou por res\u00edduos de herbicidas aplicados em safras anteriores, e riscos de contamina\u00e7\u00e3o ambiental (Figura 1).<\/p>\n\n\n\n<p>Figura 1. Resist\u00eancia de <em>Alopecurus myosuroides<\/em> a herbicidas inibidores da ACCase e ALS (Lan et al. 2022). Inj\u00faria em plantas de milho provocada por res\u00edduo de fomesafen (Meaghan Anderson, Iowa State University).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esses fatores refor\u00e7am a necessidade de planejar o manejo qu\u00edmico de forma estrat\u00e9gica, integrando diferentes mecanismos de a\u00e7\u00e3o e adotando boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Per\u00edodo cr\u00edtico de controle de plantas daninhas na cultura do milho e o posicionamento correto de herbicidas<\/h2>\n\n\n\n<p>As plantas daninhas s\u00e3o a principal causa de redu\u00e7\u00e3o da produtividade do milho em n\u00edvel mundial. Estima-se que sejam respons\u00e1veis por perdas de at\u00e9 40,3% da produtividade da cultura, valor muito superior quando comparadas as demais pragas (16%), pat\u00f3genos (9,4%) e v\u00edrus (2,9%) (Oerke 2006). O per\u00edodo cr\u00edtico de controle de plantas daninhas no milho \u00e9 o per\u00edodo dentro do ciclo da cultura em que \u00e9 necess\u00e1rio realizar o controle das plantas daninhas para que n\u00e3o haja perdas de produtividade consideradas inaceit\u00e1veis (Figura 1). Plantas daninhas que venham a se estabelecer antes ou ap\u00f3s o per\u00edodo cr\u00edtico de controle possuem pouco impacto na produtividade da lavoura.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"586\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-1024x586.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2142\" style=\"width:414px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-1024x586.jpeg 1024w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-300x172.jpeg 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-768x440.jpeg 768w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-733x420.jpeg 733w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-696x399.jpeg 696w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1-1068x612.jpeg 1068w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/copia-1.jpeg 1184w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 1. Determina\u00e7\u00e3o do per\u00edodo cr\u00edtico de controle (PC) de plantas daninhas no milho.<\/p>\n\n\n\n<p>O per\u00edodo cr\u00edtico de controle n\u00e3o \u00e9 fixo e varia em fun\u00e7\u00e3o de fatores como h\u00edbrido utilizado, sistema de cultivo, condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas, esp\u00e9cies de plantas daninhas presentes na \u00e1rea e densidade, \u00e9poca de germina\u00e7\u00e3o das plantas daninhas em rela\u00e7\u00e3o a germina\u00e7\u00e3o da cultura, dentre outros fatores. Por isso \u00e9 essencial que o produtor fa\u00e7a a avalia\u00e7\u00e3o da sua lavoura para determinar com maior precis\u00e3o o momento correto de realizar o manejo das plantas daninhas. Para dar um direcionamento, podemos dizer que em situa\u00e7\u00f5es em que as plantas daninhas se estabelecem antes da cultura e em altas densidades, o per\u00edodo cr\u00edtico de controle pode iniciar ja no est\u00e1gio VE, e sob condi\u00e7\u00f5es de estabelecimento tardio das plantas daninhas e em baixas densidades, o in\u00edcio do per\u00edodo cr\u00edtico de controle pode ser deslocado para V2 (Tursun <em>et al<\/em>. 2016), ou para est\u00e1gios posteriores. \u00c9 importante dizer que em condi\u00e7\u00f5es de campo, \u00e9 praticamente imposs\u00edvel n\u00e3o se ter perdas de produtividade por competi\u00e7\u00e3o com plantas daninhas. Por isso, o in\u00edcio e o final do per\u00edodo cr\u00edtico de controle est\u00e3o condicionados a um limite de perda de produtividade que geralmente \u00e9 de 5% (knezevic <em>et al<\/em>. 2002), considerado aceit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas perdas de produtividade na cultura do milho em fun\u00e7\u00e3o da conviv\u00eancia com plantas daninhas s\u00e3o atribu\u00eddas em grande parte aos danos diretos provocados pela competi\u00e7\u00e3o por recursos limitantes como luz, \u00e1gua, nutrientes, espa\u00e7o e di\u00f3xido de carbono (Silva <em>et al<\/em>. 2022), e em menor extens\u00e3o a danos indiretos por serem hospedeiras alternativas de pragas e pat\u00f3genos causadores de doen\u00e7as a cultura (Kumar <em>et al<\/em>. 2021), al\u00e9m de em alguns casos poderem dificultar o processo de colheita. Entretanto, os danos diretos e indiretos citados n\u00e3o conseguem justificar a totalidade das perdas em produtividade, porque elas continuam a acontecer mesmo em ambientes com alta disponibilidade de recursos (Benaragama e Shirtliffe, 2020).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a emerg\u00eancia, o milho \u00e9 capaz de detectar plantas vizinhas atrav\u00e9s de diferentes mecanismos, como mudan\u00e7as na qualidade da luz, compostos vol\u00e1teis e exsudatos radiculares (Horvath <em>et al<\/em>. 2023). Essas plantas vizinhas s\u00e3o interpretadas como futuras competidoras, desencadeando uma s\u00e9rie de mudan\u00e7as fisiol\u00f3gicas e morfol\u00f3gicas no milho para antecipar o processo de competi\u00e7\u00e3o, mesmo que os recursos ainda estejam dispon\u00edveis em n\u00edveis adequados (Rajcan e Swanton 2001). Essas mudan\u00e7as incluem aumento da aloca\u00e7\u00e3o de fotoassimilados no crescimento da parte a\u00e9rea em fun\u00e7\u00e3o do crescimento de ra\u00edzes, elonga\u00e7\u00e3o do colmo, altera\u00e7\u00e3o na angula\u00e7\u00e3o das folhas, dentre outras (Rajcan e Swanton 2001). Essas altera\u00e7\u00f5es podem permanecer mesmo ap\u00f3s o controle das plantas daninhas, provocando redu\u00e7\u00f5es em produtividades.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Estudos indicam que, ap\u00f3s o in\u00edcio do per\u00edodo cr\u00edtico de controle, a produtividade do milho \u00e9 reduzida em 1,2% a cada dia de atraso no manejo de plantas daninhas, al\u00e9m dos 5% considerados aceit\u00e1veis na determina\u00e7\u00e3o do in\u00edcio do per\u00edodo cr\u00edtico (Page <em>et al<\/em>. 2012). Isso significa que, embora um herbicida seja aplicado e apresente alta efici\u00eancia de controle, se n\u00e3o for utilizado na \u00e9poca correta, a produtividade da lavoura apresentar\u00e1 algum n\u00edvel de comprometimento. Al\u00e9m disso, um dos fatores que mais influenciam no per\u00edodo cr\u00edtico de controle e na velocidade com que essas perdas acontecem \u00e9 a \u00e9poca de germina\u00e7\u00e3o das plantas daninhas em rela\u00e7\u00e3o a germina\u00e7\u00e3o da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Em situa\u00e7\u00f5es em que as plantas daninhas germinam antes da cultura, o per\u00edodo cr\u00edtico de controle e as perdas de produtividade tendem a acontecer cada vez mais cedo, e quando a cultura se estabelece primeiro, o per\u00edodo cr\u00edtico de controle e as perdas de produtividade tendem a ser deslocadas para est\u00e1gios mais avan\u00e7ados do ciclo da cultura. Portanto, para a manuten\u00e7\u00e3o de altas produtividades, saber a \u00e9poca correta de aplica\u00e7\u00e3o do manejo \u00e9 t\u00e3o importante quanto obter um controle eficiente. A partir disso, tem-se duas estrat\u00e9gias para o posicionamento de herbicidas: a primeira diz respeito a desseca\u00e7\u00e3o em pr\u00e9-semeadura do milho e o uso de herbicidas pr\u00e9-emergentes para garantir o plantio da cultura no limpo e o estabelecimento da cultura antes da emerg\u00eancia das plantas daninhas; e a segunda estrat\u00e9gia relacionada ao manejo de plantas daninhas em p\u00f3s emerg\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uso de herbicidas na desseca\u00e7\u00e3o em pr\u00e9-semeadura do milho e uso de pr\u00e9-emergentes<ins><\/ins><\/h2>\n\n\n\n<p>O manejo eficiente da desseca\u00e7\u00e3o pr\u00e9-plantio \u00e9 fundamental para o sucesso da cultura do milho, garantindo que a semeadura ocorra em \u00e1rea livre de plantas daninhas (no limpo), pois reduz a competi\u00e7\u00e3o inicial por luz, \u00e1gua e nutrientes, favorecendo o r\u00e1pido estabelecimento da cultura e o pleno aproveitamento do potencial produtivo do h\u00edbrido, tanto para silagem quanto para gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>O conhecimento da comunidade infestante e do hist\u00f3rico de resist\u00eancia a herbicidas \u00e9 essencial para a defini\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia de manejo. Entre as principais esp\u00e9cies que interferem na cultura do milho, destacam-se <em>Digitaria insularis<\/em> (capim-amargoso), <em>Eleusine indica<\/em> (capim p\u00e9 de galinha), <em>Conyza <\/em>spp. (buva), <em>Borreria<\/em> spp. (vassourinha de bot\u00e3o), <em>Lolium multiflorum<\/em> (azev\u00e9m), <em>Raphanus raphanistrum<\/em> (nabo), e <em>Avena strigosa<\/em> (aveia-preta). Popula\u00e7\u00f5es resistentes a diferentes mecanismos de a\u00e7\u00e3o, como o glifosato e os inibidores da ALS, t\u00eam sido relatadas com frequ\u00eancia, o que refor\u00e7a a necessidade de programas de manejo integrados (Heap, 2025).<\/p>\n\n\n\n<p>A desseca\u00e7\u00e3o deve ser realizada de 20 a 30 dias antes da semeadura, per\u00edodo que permite o desenvolvimento adequado da \u00e1rea foliar das plantas daninhas e maximiza a intercepta\u00e7\u00e3o da calda herbicida. Caso ocorram escapes, recomenda-se uma aplica\u00e7\u00e3o sequencial com herbicidas de diferentes mecanismos de a\u00e7\u00e3o, reduzindo a sele\u00e7\u00e3o de bi\u00f3tipos resistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a desseca\u00e7\u00e3o pr\u00e9-semadura do milho, recomenda-se utilizar herbicidas dessecantes em misturas com residual, visando atingir o banco de sementes do solo, e prolongar o per\u00eddo de controle (Melo et al., 2018). Entre os principais herbicidas p\u00f3s emergentes utilizados na desseca\u00e7\u00e3o em \u00e1reas pr\u00e9-semeadura do milho destacam-se, 2,4-D, diquat, carfentazona-et\u00edlica, flumioxazina, glufosinato de am\u00f4nio, saflufenacil e glifosato. Entretanto, devido ao elevado n\u00famero de casos de resist\u00eancia ao glifosato, seu uso isolado deve ser evitado. Destaca-se, ainda, o glufosinato de am\u00f4nio, herbicida n\u00e3o seletivo, que pode ser utilizado como alternativa ao glifosato, especialmente para o controle de plantas daninhas resistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>O intervalo entre a aplica\u00e7\u00e3o e a semeadura do milho varia conforme as caracter\u00edsticas do herbicida, a dose, a cobertura vegetal, a textura do solo e as condi\u00e7\u00f5es ambientais. Em \u00e1reas infestadas por esp\u00e9cies de folhas largas, como <em>Conyza spp.<\/em>, recomenda-se a aplica\u00e7\u00e3o de 2,4-D, respeitando-se um intervalo de 7 a 15 dias antes da semeadura.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de herbicidas pr\u00e9-emergentes \u00e9 fundamental para o manejo do banco de sementes, pois esses produtos atuam na germina\u00e7\u00e3o e no desenvolvimento inicial das pl\u00e2ntulas. Os principais grupos qu\u00edmicos utilizados no milho s\u00e3o as triazinas (ametrina, atrazina, simazina e terbutilazina), eficazes no controle de folhas largas, e as amidas (S-metolachlor, alachlor e acetochlor), que ampliam o espectro de controle e apresentam seletividade \u00e0 cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>No sistema de plantio direto, a presen\u00e7a de palhada pode alterar a din\u00e2mica dos herbicidas aplicados em pr\u00e9-emerg\u00eancia. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o solar e \u00e0s altas temperaturas pode acelerar processos de fotodegrada\u00e7\u00e3o e lixivia\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de favorecer a adsor\u00e7\u00e3o dos herbicidas aos res\u00edduos vegetais. Nesse contexto, mol\u00e9culas como a atrazina destacam-se pela maior lixivia\u00e7\u00e3o para o solo ap\u00f3s chuvas subsequentes \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o. Herbicidas do grupo das amidas tendem a permanecer mais retidos na palhada, sendo que o acetochlor apresenta maior efic\u00e1cia na aus\u00eancia de precipita\u00e7\u00e3o, enquanto o S-metolachlor se destaca em condi\u00e7\u00f5es de chuva logo ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 sua maior estabilidade qu\u00edmica e adsor\u00e7\u00e3o \u00e0 mat\u00e9ria org\u00e2nica (Morota et al., 2018; Karam et al., 2007). Em resumo os principais herbicidas utilizados para a desseca\u00e7\u00e3o pr\u00e9-plantio, encontram-se na Tabela 1.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Tabela 1. Principais herbicidas utilizados na desseca\u00e7\u00e3o pr\u00e9-plantio do milho e em pr\u00e9 e p\u00f3s emerg\u00eancia das plantas daninhas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>\u00c9poca de apica\u00e7\u00e3o<\/td><td>Herbicida<\/td><td>Mecanismo de a\u00e7\u00e3o (HRAC)<\/td><td>Espectro principal<\/td><td>Considera\u00e7\u00f5es<\/td><\/tr><tr><td>P\u00f3s-emerg\u00eancia das plantas daninhas<\/td><td>Glifosato<\/td><td>&nbsp;Inibidor da EPSPs<\/td><td>Herbicida n\u00e3o seletivo<\/td><td>Evitar uso isolado devido \u00e0 resist\u00eancia de plantas daninhas.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>2,4-D<\/td><td>Mim\u00e9tico de auxina<\/td><td>Folhas largas<\/td><td>Intervalo de 7 a 15 dias entre aplica\u00e7\u00e3o e semeadura do milho.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>Diquat<\/td><td>Inibidor do fotossistema I<\/td><td>Herbicida n\u00e3o seletivo<\/td><td>R\u00e1pida a\u00e7\u00e3o de contato. Pode ser usado em mistura com residual.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>Carfentazona-et\u00edlica<\/td><td>Inibidor da PPO<\/td><td>Folhas largas<\/td><td>Alta efici\u00eancia na desseca\u00e7\u00e3o de folhas largas em est\u00e1gio inicial.<\/td><\/tr><tr><td>Pr\u00e9 e p\u00f3s emergente<\/td><td>Flumioxazina<\/td><td>Inibidor da PPO<\/td><td>Folhas largas e algumas gram\u00edneas<\/td><td>Pode deixar residual no solo; cuidado com sobreposi\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>Saflufenacil<\/td><td>Inibidor da PPO<\/td><td>Folhas largas<\/td><td>Alta efici\u00eancia sobre Conyza spp.; pode deixar residual no solo.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>Glufosinato de am\u00f4nio<\/td><td>Inibidor da glutamina sintetase (Grupo 10)<\/td><td>Herbicida n\u00e3o seletivo<\/td><td>Alternativa eficaz ao glifosato.<\/td><\/tr><tr><td>Pr\u00e9-emerg\u00eancia das plantas daninhas<\/td><td>Atrazina, Simazina, Ametrina, Terbutilazina<\/td><td>Inibidores do fotossistema II (Grupo 5)<\/td><td>Folhas largas<\/td><td>Recomendados em plantio direto com palhada; alta lixivia\u00e7\u00e3o para o solo ap\u00f3s chuva.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>S-metolachlor, Alachlor, Acetochlor<\/td><td>Inibidores da s\u00edntese de \u00e1cidos graxos de cadeia longa (Grupo 15)<\/td><td>Gram\u00edneas e algumas folhas largas<\/td><td>S-metolachlor \u00e9 mais persistente e eficiente ap\u00f3s chuvas; acetochlor tem melhor desempenho sem precipita\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Fonte: Adaptado Agrotif, 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>O sucesso da cultura do milho, seja para uma produ\u00e7\u00e3o de silagem de qualidade e produtiva, ou para altas produtividades de gr\u00e3os, est\u00e1 diretamente relacionado ao manejo eficiente da desseca\u00e7\u00e3o pr\u00e9-plantio e a ado\u00e7\u00e3o de herbicidas pr\u00e9-emergentes. A escolha correta dos produtos, considerando o hist\u00f3rico de resist\u00eancia e as condi\u00e7\u00f5es da \u00e1rea, garante controle eficaz das plantas daninhas e contribui para a sustentabilidade do sistema produtivo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uso de herbicidas em p\u00f3s-emerg\u00eancia do milho e das plantas daninhas<ins><\/ins><\/h2>\n\n\n\n<p>Os herbicidas p\u00f3s-emergentes s\u00e3o aplicados ap\u00f3s o estabelecimento das plantas daninhas e da cultura, sendo especialmente cr\u00edticos entre os est\u00e1gios vegetativos V2 e V6 do milho, per\u00edodo em que a cultura deve permanecer livre de plantas infestantes para evitar perdas de produtividade. Os principais herbicidas seletivos para a cultura incluem atrazina, mesotriona, terbutilazina, nicosulfuron e tembotriona. Para milho com tecnologia RR, pode-se utilizar glifosato, enquanto para h\u00edbridos BTMAX recomenda-se glufosinato de am\u00f4nio, garantindo controle eficaz das plantas daninhas sem comprometer a cultura. Na Tabela 2 encontra-se os principais herbicidas utilizados na p\u00f3s emerg\u00eancia do milho e das plantas daninhas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na escolha do herbicida, deve-se considerar a seletividade, o potencial de causar inj\u00farias \u00e0 cultura, e a suscetibilidade espec\u00edfica de cada h\u00edbrido, garantindo que o controle das plantas daninhas n\u00e3o comprometa o rendimento econ\u00f4mico do milho, respeitando estritamente as recomenda\u00e7\u00f5es da bula quanto ao est\u00e1gio de aplica\u00e7\u00e3o e a dose.<\/p>\n\n\n\n<p>A atrazina, j\u00e1 citada como herbicida pr\u00e9 emergente, atua tamb\u00e9m na p\u00f3s emerg\u00eancia das plantas daninhas, controlando principalmente plantas daninhas de folhas largas. Sua a\u00e7\u00e3o em gram\u00edneas \u00e9 moderada. \u00c9 um herbicida que possui a\u00e7\u00e3o sist\u00eamica, atua na inibi\u00e7\u00e3o do fotossistama II. Apresentando sintomas de clorose e necrose levando a planta a morte. A cultura do milho apresenta seletividade devido a enzima glutamina-S-transferase, podendo metabolizar os herbicidas triazinicos em compostos n\u00e3o t\u00f3xicos. Para ampliar o espectro de controle nas aplica\u00e7\u00f5es com atrazina, pode-se utilizar em mistura herbicidas como mesotriona, tembotriona e nicosulfuron.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A aplica\u00e7\u00e3o destas mol\u00e9culas deve ser realizada em est\u00e1gios do desenvolvimento do milho entre V2 e V6. A Terbutilazina \u00e9 uma alternativa, com o mesmo mecanismo de inibi\u00e7\u00e3o do transporte de el\u00e9trons no Fotossistema II, apresentando um largo espectro de a\u00e7\u00e3o em pr\u00e9 e p\u00f3s-emerg\u00eancia. Sua vantagem reside frequentemente em um perfil ambiental ligeiramente mais favor\u00e1vel que a atrazina. \u00c9 crucial evitar sua aplica\u00e7\u00e3o sob estresse h\u00eddrico para minimizar riscos de fitotoxicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Herbicidas do grupo das sulfonilur\u00e9ias, como nicosulfuron, foransulfuron e iodosulfuron, atuam inibindo a acetolactato sintase (ALS), impedindo a s\u00edntese de amino\u00e1cidos essenciais. S\u00e3o seletivos para milho devido \u00e0 r\u00e1pida metaboliza\u00e7\u00e3o pela cultura e recomendados para infesta\u00e7\u00f5es predominantemente de gram\u00edneas. Para nicosulfuron, a aplica\u00e7\u00e3o deve ocorrer entre os est\u00e1gios V4 e V6, observando a suscetibilidade dos h\u00edbridos, que podem apresentar sintomas de clorose, necrose e deforma\u00e7\u00f5es foliares. Deve-se respeitar intervalos de sete dias com aplica\u00e7\u00f5es de inseticidas organofosforados e adubos nitrogenado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os herbicidas tembotriona e mesotriona atuam inibindo a s\u00edntese de carotenoides, atrav\u00e9s da inibi\u00e7\u00e3o da enzima HPPD (4-hidroxifenil-piruvato-dioxigenase)&nbsp;nos cloroplastos. Apresentando sintomatologia de branqueamento nas folhas, com posterior necrose levando a morta das infestantes. O milho \u00e9 tolerante a esses herbicidas devido a sua r\u00e1pida metaboliza\u00e7\u00e3o. De acordo com a bula a mesotriona deve ser aplicado em est\u00e1gio de desenvolvimento do milho, entre V2 e V4, para controle de folhas largas e gram\u00edneas. J\u00e1 o tembotrione \u00e9 altamente seletivo para a cultura do milho, em qualquer est\u00e1gio de aplica\u00e7\u00e3o, entretanto deve-se preconizar a aplica\u00e7\u00e3o em est\u00e1gios iniciais da cultura, para se evitar o efeito \u201cguarda-chuva\u201d. Para se obter um efeito residual de controle e uma melhor efic\u00e1cia no controle de folhas largas, recomenda-se a aplica\u00e7\u00e3o dessas mol\u00e9culas em mistura com atrazina.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o glufosinato de am\u00f4nio \u00e9 um herbicida recomendado exclusivamente para milho geneticamente modificado, tolerante a esse produto, como os h\u00edbridos BTMAX. Trata-se de um herbicida eficaz e de a\u00e7\u00e3o n\u00e3o seletiva, reconhecido como uma alternativa importante para o manejo de plantas daninhas resistentes, especialmente aquelas resistentes ao glifosato, al\u00e9m de possibilitar a rota\u00e7\u00e3o de mecanismos de a\u00e7\u00e3o, contribuindo para a mitiga\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia. O glufosinato atua como inibidor da enzima glutamina sintetase (GS) e apresenta efeito de contato, sendo mais eficaz quando aplicado nos est\u00e1gios iniciais de desenvolvimento das plantas daninhas. Apesar da toler\u00e2ncia dos h\u00edbridos BTMAX, \u00e9 fundamental respeitar rigorosamente o est\u00e1gio de aplica\u00e7\u00e3o indicado na bula do produto, a fim de evitar fitotoxicidade e garantir a seguran\u00e7a da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle eficaz das plantas daninhas na p\u00f3s-emerg\u00eancia do milho depende da correta sele\u00e7\u00e3o do herbicida, do respeito aos est\u00e1gios de aplica\u00e7\u00e3o, da aten\u00e7\u00e3o \u00e0 suscetibilidade dos h\u00edbridos e da rota\u00e7\u00e3o de mecanismos de a\u00e7\u00e3o. O uso integrado de triazinas, sulfonilur\u00e9ias, inibidores de HPPD e glufosinato de am\u00f4nio garante controle eficiente das plantas infestantes, minimiza riscos de fitotoxicidade e contribui para a produtividade e sustentabilidade da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Tabela 2 \u2013 Principais herbicidas p\u00f3s-emergentes para milho e plantas daninhas<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><td>Herbicida<\/td><td>Mecanismo de A\u00e7\u00e3o<\/td><td>Espectro de Controle<\/td><td>Observa\u00e7\u00f5es<\/td><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Atrazina<\/td><td>Inibidor do fotossistema II<\/td><td>Folhas largas; gram\u00edneas moderado<\/td><td>Pode ser misturado com mesotriona, tembotriona ou nicosulfuron; aplica\u00e7\u00e3o entre V2 e V6<\/td><\/tr><tr><td>Terbutilazina<\/td><td>Inibidor do fotossistema II<\/td><td>Folhas largas e gram\u00edneas<\/td><td>Larga espectro de a\u00e7\u00e3o; pr\u00e9 e p\u00f3s-emerg\u00eancia; evitar em estresse h\u00eddrico<\/td><\/tr><tr><td>Mesotriona<\/td><td>Inibidor da sintese de HPPD<\/td><td>Folhas largas e gram\u00edneas<\/td><td>Aplicar entre V2 e V4; pode ser misturado com atrazina para efeito residual e maior espectro<\/td><\/tr><tr><td>Tembotriona<\/td><td>Inibidor da sintese de HPPD<\/td><td>Folhas largas e gram\u00edneas<\/td><td>Alta seletividade; aplicar preferencialmente em est\u00e1gios iniciais para evitar efeito \u201cguarda-chuva\u201d; pode ser misturado com atrazina<\/td><\/tr><tr><td>Nicosulfuron<\/td><td>Inibidor da ALS<\/td><td>Gram\u00edneas<\/td><td>Aplicar entre V4 e V6; aten\u00e7\u00e3o \u00e0 suscetibilidade de h\u00edbridos; respeitar intervalo de 7 dias para adubos nitrogenados e inseticidas organofosforados<\/td><\/tr><tr><td>Glufosinato de am\u00f4nio<\/td><td>Inibidor da glutamina sintetase (GS)<\/td><td>N\u00e3o seletivo<\/td><td>Apenas para milho BTMAX; herbicida de contato; respeitar est\u00e1gio recomendado na bula; alternar mecanismos de a\u00e7\u00e3o para manejo de resist\u00eancia<\/td><\/tr><tr><td>Glifosato<\/td><td>Inibidor da EPSPs<\/td><td>N\u00e3o seletivo<\/td><td>Apenas para milho RR;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Adaptado Agrofit, 2025.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h1>\n\n\n\n<p>O controle eficiente de plantas daninhas no milho depende de estrat\u00e9gias integradas e bem planejadas. A semeadura no limpo, associada ao uso criterioso de herbicidas, tanto em pr\u00e9 quanto em p\u00f3s-emerg\u00eancia, aliado \u00e0 escolha adequada dos produtos conforme o hist\u00f3rico de resist\u00eancia e as condi\u00e7\u00f5es da \u00e1rea, \u00e9 fundamental para garantir altos rendimentos e a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o, seja para uma silagem de qualidade ou produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A efici\u00eancia do manejo est\u00e1 diretamente relacionada ao correto posicionamento dos herbicidas, \u00e0 rota\u00e7\u00e3o de mecanismos de a\u00e7\u00e3o e \u00e0 integra\u00e7\u00e3o com pr\u00e1ticas culturais, reduzindo a sele\u00e7\u00e3o de bi\u00f3tipos resistentes. Al\u00e9m disso, o uso de h\u00edbridos com tecnologia BTMAX, que permitem a aplica\u00e7\u00e3o de glufosinato de am\u00f4nio, na p\u00f3s emerg\u00eancia da cultura, amplia as op\u00e7\u00f5es de controle e fortalece as estrat\u00e9gias de manejo frente \u00e0 resist\u00eancia ao glifosato.<\/p>\n\n\n\n<p>Ressalta-se, ainda, que a recomenda\u00e7\u00e3o e o posicionamento dos herbicidas devem ser realizados sob orienta\u00e7\u00e3o de um engenheiro agr\u00f4nomo, assegurando a efic\u00e1cia do controle e a sustentabilidade do sistema de produ\u00e7\u00e3o de milho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/h3>\n\n\n\n<p>*Colabora\u00e7\u00e3o Bruna Dal&#8217;Pizol Novello, Coordenadora de Servi\u00e7os T\u00e9cnicos da Sementes Biomatrix nos estados de Santa Catarina e no Sudoeste do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Engenheira Agr\u00f4noma pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Mestra em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal, com \u00eanfase em Biologia e Manejo de Plantas Daninhas, pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR). Doutoranda em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal, com \u00eanfase em Biologia e Manejo de Plantas Daninhas, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pela Mississippi State University (MSU).<\/p>\n\n\n\n<p>* *Colabora\u00e7\u00e3o de Guilherme Augusto de Paiva Ferreira, Coordenador de Servi\u00e7os T\u00e9cnicos da Sementes Biomatrix, Engenheiro Agr\u00f4nomo &#8211; UFMG. Mestre em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal &#8211; UFMG. Doutor em Fitotecnia &#8211; UFV.<\/p>\n\n\n\n<p>BENARAGAMA, D.; SHIRTLIFFE, S. J. Weed competition in organic and no-till conventional soils under nonlimiting nutrient conditions. Weed Science, v. 68, p. 654\u2013663, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>DIAS, G. L. S. Sintomas de intoxica\u00e7\u00e3o de culturas por herbicidas. 2015. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Universidade Federal de Vi\u00e7osa, Vi\u00e7osa, 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>HEAP, I. The International Herbicide Resistant Weed Database. Online. [acesso em: 12 out. 2025]. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.weedscience.org<\/p>\n\n\n\n<p>HORVATH, D. P.; CLAY, S. A.; SWANTON, C. J.; ANDERSON, J. V.; CHAO, W. S. Weed-induced crop yield loss: a new paradigm and new challenges. Trends in Plant Science, v. 28, p. 567\u2013582, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>KARAM, D.; MELHORAN\u00c7A, A. L.; DE OLIVEIRA, M. F. Plantas daninhas na cultura do milho. In: SEMANA AGRON\u00d4MICA DO OESTE BAIANO \u2013 SEAGRO, 4.; CURSO SOBRE SISTEMA DE INTEGRA\u00c7\u00c3O LAVOURA-PECU\u00c1RIA, 2., 2007, Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es. Anais&#8230; Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es: Agrolem; Funda\u00e7\u00e3o BA, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>KNEZEVIC, S. Z.; EVANS, S. P.; BLANKENSHIP, E. E.; VAN ACKER, R. C.; LINDQUIST, J. L. Critical period for weed control: the concept and data analysis. Weed Science, v. 50, p. 773\u2013786, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>KOHLS-SANTOS, P.; MOROSINI, M. C. O revisitar da metodologia. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>KUMAR, S.; BHOWMICK, M. K.; RAY, P. Weeds as alternate and alternative hosts of crop pests. Indian Journal of Weed Science, v. 53, p. 14\u201329, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan Y, Li W, Wei S, Huang H, Liu Z, Huang Z (2022) Multiple resistance to ACCase- and ALS-inhibiting herbicides in black-grass (<em>Alopecurus myosuroides<\/em> Huds.) in China. Pesticide Biochemistry and Physiology 184:105127<\/p>\n\n\n\n<p>MELO, T.; MAKINO, P.; CECCON, G. Diversidade de plantas daninhas em milho com diferentes arranjos de plantas, solteiro e consorciado com braqui\u00e1ria. Planta Daninha, v. 37, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>MOROTA, F. K. et al. Sistemas de manejo de plantas daninhas utilizando o novo herbicida pyroxasulfone visando ao controle qu\u00edmico de gram\u00edneas em soja. Revista Brasileira de Herbicidas, v. 17, n. 2, p. 584\u20131, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>OERKE, E. C. Crop losses to pests. Journal of Agricultural Science, v. 144, p. 31\u201343, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>PAUL, S. K.; MAZUMDER, S.; NAIDU, R. Herbicidal weed management practices: history and future prospects of nanotechnology in an eco-friendly crop production system. Heliyon, v. 10, e26527, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>RAJCAN, I.; SWANTON, C. J. Understanding maize\u2013weed competition: resource competition, light quality and the whole plant. Field Crops Research, v. 71, p. 139\u2013150, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p>ROMAN, E. et al. Como funcionam os herbicidas: da biologia \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o. Passo Fundo: Berthier, 2007. 160 p.<\/p>\n\n\n\n<p>Schr\u00fcbbers LC, Valverde BE, S\u00f8rensen JC, Cedergreen N (2014) Glyphosate spray drift in <em>Coffea arabica<\/em> \u2013 Sensitivity of coffee plants and possible use of shikimic acid as a biomarker for glyphosate exposure. Pesticide Biochemistry and Physiology 115:15\u201322<\/p>\n\n\n\n<p>SILVA, E. M. G.; DE AGUIAR, A. C. M.; MENDES, K. F.; DA SILVA, A. A. Weed competition and interference in crops. In: MENDES, K. F.; SILVA, A. A. (eds.). Applied Weed and Herbicide Science. Cham: Springer International Publishing, 2022. p. 55\u201396.<\/p>\n\n\n\n<p>TURSUN, N. et al. The critical period for weed control in three corn (Zea mays L.) types. Crop Protection, v. 90, p. 59\u201365, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div style=\"min-height: 30px;display: inline-block;\"><input id=\"2139\" style=\"float: left;max-width: 50px;\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/wp-advanced-pdf\/asset\/images\/pdf.png\" alt=\"#TB_inline?height=230&amp;width=400&amp;inlineId=examplePopup1\" title=\"Export pdf to your Email\" class=\"thickbox export-pdf\" type=\"image\" value=\"Export to PDF\" \/><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Controle de plantas daninhas: decis\u00f5es t\u00e9cnicas que contribuem para maior sanidade e desempenho no campo Introdu\u00e7\u00e3o Os herbicidas s\u00e3o o principal m\u00e9todo de controle aplicado no manejo de plantas daninhas na cultura do milho. 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