{"id":1963,"date":"2024-08-15T09:48:38","date_gmt":"2024-08-15T12:48:38","guid":{"rendered":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/?p=1963"},"modified":"2024-08-15T09:48:44","modified_gmt":"2024-08-15T12:48:44","slug":"principais-doencas-do-sorgo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/fitossanitario\/manejo-de-doencas\/principais-doencas-do-sorgo\/","title":{"rendered":"Principais Doen\u00e7as do Sorgo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Doen\u00e7as do Sorgo<\/em><\/strong>:<strong><em> <strong>Conhe\u00e7a os agentes causais, como identificar, medidas de controle e muito mais!<\/strong><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As doen\u00e7as est\u00e3o entre os diversos fatores que afetam a produtividade das culturas agr\u00edcolas. O <a href=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/sementes\/sorgo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sorgo<\/a> \u00e9 suscet\u00edvel a diversas doen\u00e7as que, dependendo da suscetibilidade do h\u00edbrido, afetam a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e forragem e, consequentemente, o peso da mat\u00e9ria verde e seca final das plantas. O ano agr\u00edcola tamb\u00e9m interfere nas condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis ao ataque de pat\u00f3genos, que pode influenciar na incid\u00eancia e severidade das doen\u00e7as de uma safra para outra em uma determinada regi\u00e3o onde o sorgo \u00e9 cultivado.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, entre as doen\u00e7as de maior import\u00e2ncia econ\u00f4mica que comprometem a cultura do sorgo, tem-se: antracnose (<em>Colletotrichum sublineola<\/em>), ferrugem (<em>Puccinia purpurea<\/em>), helmintosporiose (<em>Exserohilum turcicum<\/em>) e m\u00edldio (<em>Peronosclerospora sorghi<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>Antracnose<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A antracnose, causada pelo fungo <em>Colletotrichum sublineola<\/em>, \u00e9 uma das doen\u00e7as mais importantes na cultura do sorgo, sendo detectada em praticamente todas as \u00e1reas onde o sorgo \u00e9 cultivado. Regi\u00f5es tropicais de clima quente e \u00famido, e regi\u00f5es de clima temperado com altas temperaturas no ver\u00e3o constituem o ambiente favor\u00e1vel ao ataque do pat\u00f3geno. A dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a ocorre, principalmente, por meio de respingos de chuva e ventos. O fungo sobrevive em restos de cultura que ficam na superf\u00edcie do solo, hospedeiros secund\u00e1rios e sementes.<\/p>\n\n\n\n<p>O fungo ataca o colmo, as folhas e a pan\u00edcula das plantas. A antracnose das folhas \u00e9 considerada a mais severa, pode ocorrer em todas as fases de desenvolvimento da planta e os sintomas podem ser observados de 30 a 40 dias ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o. Nas folhas surgem necroses de colora\u00e7\u00e3o palha, com margens que variam na colora\u00e7\u00e3o de acordo com a pigmenta\u00e7\u00e3o do h\u00edbrido, sendo normalmente avermelhadas ou castanhas. Os sintomas tamb\u00e9m s\u00e3o observados na nervura central, caracterizados por les\u00f5es alongadas de colora\u00e7\u00e3o escura avermelhadas ou castanhas (Figura 1).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Figura 1 \u2013 <\/strong>A) Sintomas da antracnose na nervura central das folhas de sorgo. B) Sintomas iniciais no limbo foliar. C) Sintomas severos e coalesc\u00eancia das les\u00f5es, seguido da esporula\u00e7\u00e3o do fungo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1024x457.png\" alt=\"Sintomas da antracnose na nervura central das folhas de sorgo\" class=\"wp-image-1964\" width=\"1024\" height=\"457\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1024x457.png 1024w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-300x134.png 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-768x343.png 768w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1536x686.png 1536w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-696x311.png 696w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1068x477.png 1068w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-941x420.png 941w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image.png 1581w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Fonte: Jurandir Pereira Segundo; Everton Vieira de Carvalho.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os con\u00eddios produzidos nas folhas s\u00e3o fonte de in\u00f3culo para a podrid\u00e3o de colmo e antracnose da pan\u00edcula. A fase da podrid\u00e3o de colmo ocorre a partir da matura\u00e7\u00e3o das plantas. Internamente, a necrose dos tecidos vasculares s\u00e3o caraterizadas por les\u00f5es avermelhadas a escuras. Ap\u00f3s a podrid\u00e3o do colmo ocorre a fase da infec\u00e7\u00e3o da pan\u00edcula. As pan\u00edculas infectadas ficam menos desenvolvidas e amadurecem de forma precoce, causando esterilidade parcial e redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como controlar a Antracnose?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A principal medida para controlar a antracnose \u00e9 o uso de h\u00edbridos geneticamente resistentes, mas \u00e9 dificultado pela alta variabilidade do pat\u00f3geno. O controle qu\u00edmico, com fungicidas aplicados no tratamento de sementes complementado com pulveriza\u00e7\u00f5es foliares, s\u00e3o eficientes para a redu\u00e7\u00e3o de in\u00f3culo. \u00c9 preciso sempre monitorar a lavoura para observar o in\u00edcio dos sintomas, e assim, tomar a decis\u00e3o de aplicar o controle qu\u00edmico. Pr\u00e1ticas como rota\u00e7\u00e3o de culturas, rota\u00e7\u00e3o de h\u00edbridos, e elimina\u00e7\u00e3o\/incorpora\u00e7\u00e3o de restos culturais e controle de hospedeiros secund\u00e1rios s\u00e3o importantes na redu\u00e7\u00e3o do in\u00f3culo prim\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong><u>Helmintosporiose ou turcicum<\/u><\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A helmintosporiose do sorgo \u00e9 causada pelo fungo <em>Exserohilum turcicum<\/em>. \u00c9 uma doen\u00e7a foliar disseminada em \u00e1reas onde h\u00e1 predomin\u00e2ncia de temperaturas noturnas amenas e alta umidade. O pat\u00f3geno \u00e9 capaz de sobreviver no solo, seja nas glumas das sementes ou em restos culturais infectados. A penetra\u00e7\u00e3o dos con\u00eddios na planta ocorre pela cut\u00edcula, principalmente pelo impacto de gotas de chuva. Os con\u00eddios tamb\u00e9m podem ser levados a longas dist\u00e2ncias pela a\u00e7\u00e3o do vento.<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente os sintomas j\u00e1 podem ser observados antes da emerg\u00eancia da pan\u00edcula. Em condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis ao pat\u00f3geno, pequenas manchas surgem de tr\u00eas a quatro semanas ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o. Os sintomas s\u00e3o caracterizados por de les\u00f5es alongadas a el\u00edpticas, normalmente de colora\u00e7\u00e3o avermelhada ou castanha. O tamanho das les\u00f5es varia de acordo com o n\u00edvel de toler\u00e2ncia do h\u00edbrido. As les\u00f5es apresentam um centro de colora\u00e7\u00e3o amarelada a cinza e margens avermelhadas ou castanhas dependendo do h\u00edbrido em quest\u00e3o. Em condi\u00e7\u00f5es de alta umidade, esporos s\u00e3o produzidos sobre as les\u00f5es. Esses esporos servir\u00e3o de fonte de in\u00f3culo para novas infec\u00e7\u00f5es em outras plantas na lavoura, iniciando assim os ciclos secund\u00e1rios da doen\u00e7a (Figura 2). &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Figura 2 \u2013 <\/strong>A) Sintomas iniciais da helmintosporiose nas folhas de sorgo. B) Sintomas avan\u00e7ados e coalesc\u00eancia das les\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1.png\" alt=\"Sintomas iniciais da helmintosporiose nas folhas de sorgo\" class=\"wp-image-1965\" width=\"1006\" height=\"674\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1.png 1002w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1-300x201.png 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1-768x514.png 768w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1-696x466.png 696w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-1-627x420.png 627w\" sizes=\"(max-width: 1006px) 100vw, 1006px\" \/><figcaption>Fonte: Jurandir Pereira Segundo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como controlar a Turcicum?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O controle inicial da doen\u00e7a \u00e9 muito importante, uma vez que j\u00e1 foi observado que plantas de sorgo na fase vegetativa s\u00e3o mais suscet\u00edveis. Assim, o uso do controle qu\u00edmico \u00e9 uma ferramenta muito importante no manejo integrado. Pulveriza\u00e7\u00f5es na fase vegetativa, antes do emborrachamento, s\u00e3o fundamentais para o controle da helmintosporiose no sorgo. Misturas de triaz\u00f3is e estrobilurinas aplicadas aos 40 dias ap\u00f3s a emerg\u00eancia das plantas tem sido eficiente na redu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Contudo, \u00e9 preciso estar sempre monitorando a lavoura para acompanhar a severidade da doen\u00e7a e tomar a decis\u00e3o do melhor momento para fazer a aplica\u00e7\u00e3o, ou se ainda h\u00e1 necessidade de aplicar. A rota\u00e7\u00e3o de \u00e9 uma alternativa que diminui os restos culturais infectados e, consequentemente, na redu\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de in\u00f3culo prim\u00e1rio na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>Ferrugem<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A ferrugem do sorgo \u00e9 uma doen\u00e7a foliar causada pelo fungo <em>Puccinia purpurea<\/em>. O pat\u00f3geno \u00e9 um parasita obrigat\u00f3rio, ou seja, sua sobreviv\u00eancia de uma safra para outra depende da presen\u00e7a de hospedeiros vivos. A ferrugem ocorre principalmente em ambientes de alta umidade e temperaturas amenas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas da ferrugem s\u00e3o observados inicialmente nas folhas mais baixeiras das plantas, no entanto, a ocorr\u00eancia mais severa \u00e9 observada ap\u00f3s o florescimento. A dissemina\u00e7\u00e3o do fungo d\u00e1-se, principalmente, a longas dist\u00e2ncias pela a\u00e7\u00e3o dos ventos. O in\u00f3culo prim\u00e1rio \u00e9 constitu\u00eddo por esporos denominados uredini\u00f3sporos. Os sintomas s\u00e3o caracterizados pela forma\u00e7\u00e3o de pequenas pontua\u00e7\u00f5es (p\u00fastulas) de colora\u00e7\u00e3o vermelha ou castanha, dependendo da pigmenta\u00e7\u00e3o do h\u00edbrido (Figura 3). Aproximadamente 14 dias ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o a epiderme das p\u00fastulas amadurecidas rompem-se liberando uma massa de uredini\u00f3sporos que iniciam uma nova dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a no campo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Figura 3 \u2013 <\/strong>P\u00fastulas de <em>Puccinia purpurea <\/em>em folhas de sorgo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-2.png\" alt=\"P\u00fastulas de Puccinia purpurea em folhas de sorgo\" class=\"wp-image-1966\" width=\"305\" height=\"407\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-2.png 295w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-2-225x300.png 225w\" sizes=\"(max-width: 305px) 100vw, 305px\" \/><figcaption>Fonte: Everton Vieira de Carvalho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como controlar a Ferrugem?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A principal medida de controle da ferrugem \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o de h\u00edbridos geneticamente resistentes. O controle qu\u00edmico com fungicidas aplicados via pulveriza\u00e7\u00e3o foliar \u00e9 eficiente para a redu\u00e7\u00e3o de in\u00f3culo. Em rela\u00e7\u00e3o aos fungicidas, modos de a\u00e7\u00e3o do grupo qu\u00edmico das estrobilurinas tem apresentado resultados eficientes no controle da ferrugem. &nbsp;O manejo de plantas daninhas \u00e9 fundamental para diminuir o in\u00f3culo em hospedeiros secund\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>M\u00edldio<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O m\u00edldio \u00e9 uma doen\u00e7a causada pelo oomiceto <em>Peronosclerospora sorghi<\/em>, disseminado em regi\u00f5es de clima tropical e subtropical devido \u00e0 ampla capacidade de adapta\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno. <em>P. sorghi<\/em> \u00e9 parasita obrigat\u00f3rio e sobrevive em plantas remanescentes da safra anterior e em gram\u00edneas perenes que servem de hospedeiro secund\u00e1rio. Por\u00e9m, as estruturas do pat\u00f3geno denominadas o\u00f3sporos s\u00e3o capazes de sobreviver no solo e em restos culturais, e s\u00e3o a fonte prim\u00e1ria de in\u00f3culo. A dissemina\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno tamb\u00e9m se d\u00e1 por meio de sementes infectadas e pelo vento. Plantas jovens quando infectadas se tornam est\u00e9reis e sofrem elevada redu\u00e7\u00e3o na produtividade.<\/p>\n\n\n\n<p>A infec\u00e7\u00e3o pelo pat\u00f3geno pode ser sist\u00eamica e localizada (Figura 4). A infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica pelos o\u00f3sporos \u00e9 beneficiada pela baixa umidade e temperatura m\u00ednima do solo de 10 \u00b0C. Entretanto, devido \u00e0 adaptabilidade do pat\u00f3geno, j\u00e1 foi relatado a presen\u00e7a de m\u00edldio em regi\u00f5es de clima tropical com temperaturas mais elevadas. Os sintomas t\u00edpicos nas folhas da infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica s\u00e3o a presen\u00e7a de faixas paralelas de tecidos verdes e tecidos clor\u00f3ticos. A infec\u00e7\u00e3o localizada caracteriza-se por les\u00f5es retangulares, que acompanham as nervuras das folhas. A produ\u00e7\u00e3o de con\u00eddios que ocasiona a infec\u00e7\u00e3o localizada \u00e9 favorecida por alta umidade e temperatura em m\u00e9dia de 18 \u00b0C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Figura 4 \u2013 <\/strong>A) Sintomas de infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica ocasionadas por o\u00f3sporos em folhas de sorgo. B) Folhas rasgadas em plantas ap\u00f3s infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica. C) Sintomas de infec\u00e7\u00e3o localizada ocasionadas por con\u00eddios em folhas de sorgo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-1024x458.png\" alt=\"Sintomas de infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica ocasionadas por o\u00f3sporos em folhas de sorgo\" class=\"wp-image-1969\" width=\"1024\" height=\"458\" srcset=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-1024x458.png 1024w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-300x134.png 300w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-768x344.png 768w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-696x311.png 696w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-1068x478.png 1068w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5-938x420.png 938w, https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/image-5.png 1439w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Fonte: Jurandir Pereira Segundo; Everton Vieira de Carvalho<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como controlar o M\u00edldio?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O m\u00edldio do sorgo pode ser controlado pelo uso de h\u00edbridos resistentes e de sementes tratadas. O metalaxil \u00e9 o ingrediente ativo mais utilizado para o controle do m\u00edldio. \u00c9 um produto recomendado no tratamento de sementes, muito sist\u00eamico e que \u00e9 translocado das ra\u00edzes para folhas e colmo. A incorpora\u00e7\u00e3o de restos de cultura e o controle de plantas daninhas tamb\u00e9m s\u00e3o importantes medidas de controle.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>Pr\u00e1ticas que podem ajudar a reduzir a incid\u00eancia das doen\u00e7as no sorgo<\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Escolha sementes de qualidade; Rota\u00e7\u00e3o de h\u00edbridos; Rota\u00e7\u00e3o de cultura; Tratamento de sementes com fungicidas; Controle qu\u00edmico foliar com fungicidas; Controle de plantas daninhas; Manejo de popula\u00e7\u00e3o de planta; \u00c9poca de plantio; Manejo do sistema plantio direto, e outras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>Impacto da mudan\u00e7a clim\u00e1tica na incid\u00eancia e severidade das doen\u00e7as no sorgo<\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O ambiente pode sofrer mudan\u00e7as frequentes entre safras ou at\u00e9 mesmo durante o ciclo da cultura (como um veranico ou uma frente fria, por exemplo), favorecendo ou desfavorecendo a incid\u00eancia e severidade das doen\u00e7as. O fator ambiental pode ser crucial para desfavorecer uma doen\u00e7a altamente destrutiva que j\u00e1 possui hist\u00f3rico em uma determinada regi\u00e3o simplesmente pela condi\u00e7\u00e3o de clima desfavor\u00e1vel ao pat\u00f3geno. Visto isso, e como esse \u00e9 um fator de dif\u00edcil controle, o produtor pode se adequar ao clima ajustando a \u00e9poca de plantio, que de modo geral, dentro do ciclo da cultura, ter\u00e1 um ambiente de maior umidade e temperatura nos plantios mais cedo e de menor umidade com temperaturas mais amenas nos plantios mais tardios.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>Monitore a presen\u00e7a de pat\u00f3genos transmitida pelo solo<\/strong><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O monitoramento de pat\u00f3genos do solo em uma \u00e1rea agr\u00edcola pode ser realizado pela amostragem em diferentes pontos do solo (a quantidade pode variar com o tamanho da \u00e1rea). A amostragem pode ser feita no pr\u00f3prio solo e nos restos culturais. Ap\u00f3s a amostragem, deve ser feita uma amostra composta e esta ser\u00e1 levada a um laborat\u00f3rio para uma diagnose molecular, a fim de detectar e quantificar os pat\u00f3genos existentes na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Aqui mostramos informa\u00e7\u00f5es gerais sobre algumas doen\u00e7as que atacam a cultura do sorgo. \u00c9 importante lembrar que o manejo integrado de doen\u00e7as \u00e9 apenas uma das ferramentas que devem aplicadas pelo produtor para que a m\u00e1xima produtividade das culturas possa ser alcan\u00e7ada. Devemos entender melhor as doen\u00e7as mais predominantes de cada regi\u00e3o para estarmos aptos a tomar a melhor decis\u00e3o de controle e evitar os preju\u00edzos pela sua ocorr\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>*Colabora\u00e7\u00e3o de Everton Vieira de Carvalho, Engenheiro Agr\u00f4nomo e Mestre em Ci\u00eancias Agr\u00e1rias pela Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB); Especialista em Prote\u00e7\u00e3o de Plantas pela Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV); Doutor em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal pela Faculdade de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias e Veterin\u00e1rias &#8211; Universidade Estadual Paulista (FCAV-UNESP). P\u00f3s-doutorado em Fitotecnia pela Embrapa Mandioca e Fruticultura.<\/p>\n\n\n\n<p>*Colabora\u00e7\u00e3o de Jurandir Pereira Segundo, t\u00e9cnico em Agropecu\u00e1ria pela Escola Agrot\u00e9cnica Federal de Uberl\u00e2ndia, (EAF); Engenheiro Agr\u00f4nomo pela Funda\u00e7\u00e3o Educacional de Ituiutaba &#8211; Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG); Mestre em Gen\u00e9tica e Melhoramento de Plantas pela Universidade Federal de Lavras (UFLA).<\/p>\n\n\n\n<p>BARBOSA, Fl\u00e1via C. Rufini; PFENNING, Ludwig H.; CASELA, Carlos R. <em>Peronosclerospora sorghi<\/em>, o agente etiol\u00f3gico do m\u00edldio do sorgo.&nbsp;<strong>Fitopatologia Brasileira<\/strong>, v. 31, p. 119-132, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>CASELA, C. R.; FERREIRA, A. S. <strong>A helmintosporiose do sorgo<\/strong>. 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>COSTA, Rodrigo V. da et al. A antracnose do sorgo.&nbsp;<strong>Fitopatologia Brasileira<\/strong>, v. 28, p. 345-354, 2003.<\/p>\n\n\n\n<p>FERREIRA, A. da S.; CASELA, C. R.; PINTO, NFJ de A. <strong>Manejo de doen\u00e7as na cultura do sorgo<\/strong>. 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>Ferrugem (<em>Puccinia purpurea<\/em>) \u2013 Sorgo: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/problemas\/ferrugem_3183.html\">https:\/\/www.agrolink.com.br\/problemas\/ferrugem_3183.html<\/a> Acesso: 07\/06\/2024<\/p>\n<div style=\"min-height: 30px;display: inline-block;\"><input id=\"1963\" style=\"float: left;max-width: 50px;\" src=\"https:\/\/sementesbiomatrix.com.br\/blog\/wp-content\/plugins\/wp-advanced-pdf\/asset\/images\/pdf.png\" alt=\"#TB_inline?height=230&amp;width=400&amp;inlineId=examplePopup1\" title=\"Export pdf to your Email\" class=\"thickbox export-pdf\" type=\"image\" value=\"Export to PDF\" \/><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7as do Sorgo: Conhe\u00e7a os agentes causais, como identificar, medidas de controle e muito mais! As doen\u00e7as est\u00e3o entre os diversos fatores que afetam a produtividade das culturas agr\u00edcolas. 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